quarta-feira, 26 de novembro de 2008

About zombies and landmines.

É difícil, na vida, saber o que esperar do futuro. Construí-lo de acordo com nossos sonhos e expectativas é geralmente o que todos fazem, há pouco tempo atrás, descobri que estava predestinado a algo:










ESCREVER A SÉRIE DE MAIOR SUCESSO DO SÉC XXI.

Pois é meus amigos, não é pra qualquer um.

Eu decidi então aqui expor minhas idéias e ir divagando um pouco de informação, um blog não-emo, pra variar.


Meu primeiro passo é fazer zumbis ficarem mais interessantes do que carne morta andando por uma cidade, virus que se espalha é tão last century.


Enquanto isso, eu 'profailizo' alguns personagens que vão dando na cabeça, e sei lá, é isso aí.

Não preciso dizer que é uma mulher que protagoniza, .
Afinal de contas, mulheres são o problema e a solução do mundo, e um caso de zumbi não fica de fora disso.

Pensando bem, legal até usar isso como passagem, uma narrativa inicial.

Atemporalidade, como trabalhar com ela?

Começar com uma cidade destruida, personagens já caracterizados, personalidades fortissimas, e ir trabalhando isso contráriamente, antes do DIA Z? Caralho sinceramente eu iria adorar uma parada dessas.

Porque as pessoas se tornaram quem se tornaram, quem elas perderam, etc.

Mas como toda boa historia de Zumbi, um grupo de 30 pessoas sempre se lima a 3, então é preciso pensar à frente de tudo isso, criar ou não criar vínculo de identidade com os personagens?

Uma crew por temporada? a protagonista é eterna? tipo john connor versão fêmea?

Ou quem sabe uma temporada 10 years later, 2 years later e a ultima: the first two months(ou years?)

Ai caralho, do caralho, do caralho.



A pergunta que sempre faço para achar subconscientemente a resposta:

Legolas, what does your elf-eyes see?


Vamos ver oq vai acontecerrr...




ps: Imagem by camila torrano, roubei. Minha caracterização de zumbis tem que ir além do esdrúxulo da televisão convencional, ou dos videogames.

2 comentários:

RicKAnnibaL disse...

Tell me, where is Gandalf!

Talita Bristotti disse...

for i must desire to speak with him